
Os votos de paz para o mundo no ano de 2009 foram profundamente abalados pela a invasão do exército de Israel à Faixa de Gaza. Nesta conturbada e instável região, o governo israelense afirma que a ação é contra os líderes do Hamas, grupo radical islâmico, contrário a paz no local e que está no poder desde 2006 após a vitória nas eleições legislativas palestinas. Na outra ponta, palestinos acusam, mais uma vez, o abuso bélico de Israel contra milhares de civis palestinos, que se dizem não vinculados ao grupo extremista islâmico. Uma fato que parece nítido é o uso de civis inocentes por parte do Hamas, formando uma espécie de escudo humano, como tem denunciado muitos chefes de estado. No entanto, nenhum tipo de violência é aceitável!
O que choca é inércia do quase ex-presidente dos Estados Unidos, o Senhor das Guerras, e a quem eu me recuso a escrever o nome, mas a verdade é que nada se pode esperar de um cara que promoveu muitos conflitos e guerras pelo mundo, e que faz lobby e tem o rabo preso com a indústria armamentista americana
A população da faixa de Gaza triplicou em 1948, quando absorveu um quarto das centenas de milhares dos refugiados palestinos expulsos das áreas que hoje fazem parte de Israel. Cerca de 1,5 milhão de palestinos moram em Gaza, mais da metade deles refugiados das guerras com Israel e seus descendentes.
A faixa de Gaza tem uma das maiores densidades populacionais e taxa de crescimento demográfico do mundo. A maioria dos moradores de Gaza vive com menos de US$ 2 ao dia. Os bloqueios israelenses diminuíram o comércio além das fronteiras e o acesso ao trabalho e as sanções do Ocidente impostas após o Hamas assumir o poder tem atingido a economia local.
Aproveito para manifestar o meu descontentamento perante a proibição de Israel a cobertura jornalística do conflito, a imprensa está impedida de acompanhar as ações do exército israelense na região, ficando distante cerca de 30 km.

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